domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Filme "O óleo de Lorenzo" | Cine Penso
Ficha Técnica
Um filme de Kennedy Miller
Direção: George Miller
Elenco: Nick Nolte, Susan Sarandon e Peter Ustinov
1992
Sinopse
Um casal descobre que seu único filho possui uma doença rara (ALD) e a partir desse momento eles travam uma verdadeira batalha pela vida. Apesar de todos os médicos dizerem que não há cura, eles jamais desistem de salvar seu filho, chegando a desafiar a própria ciência. Assim, é descoberto o óleo de Lorenzo, permitindo que muitas crianças vivam hoje normalmente. (História baseada em fatos reais)
Principais Ideias
Perseverança, otimismo, compaixão, companheirismo, coragem, ética
Uma ideia importante que pode discutida no filme, é de que a ciência não é um saber absoluto. Os pais de Lorenzo ousaram buscando a cura da doença do filho e sempre arriscando até contra a vontade dos médicos por meio das dietas e remédios alcançaram a tão sonhada cura.
No campo filosófico podemos trabalhar a importância do questionamento, da investigação e que nem sempre devemos encarar uma verdade como absoluta.
Nas ciências ou biologia, fica evidente a questão da bioética.
Nos perguntamos: Aqueles médicos tinham o direito de impedir que os pais de Lorenzo buscassem outras alternativas de tratamento?
A medicina, a ciência é a dona da verdade?
Também podemos questionar: A luta incansável daqueles pais pela vida de seu filho pode ser considerada certa?
Afinal o que é certo ou errado, quando uma vida está em jogo?
Cine Penso
Ao mestre, com carinho
Sinopse
Um jovem professor enfrenta alunos indisciplinados, neste clássico que refletia alguns dos problemas e medos dos adolescentes dos anos 60. Sidney Poitier, no papel que o imortalizou como Mark Thackeray, é um engenheiro desempregado que resolve dar aulas em Londres no bairro operário de East End. A classe liderada por Denham (Christian Roberts) Pamela (Judy Geeson) e Barbara (Lulu, que também canta a canção título) estão determinados a destruir Thackeray como fizeram com seu predecessor, ao quebrar-lhe o espírito. Mas Thackeray acostumado à hostilidade enfrenta o desafio tratando os alunos como jovens adultos que breve estarão se sustentando por conta própria. Quando recebe um convite para voltar a engenharia, Thackeray deve decidir se pretende continuar.
Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=4092 acesso em 24/09/2011
Indicação para o uso didático
Um ótimo filme, sem dúvidas ele é capaz de gerar discussões sobre a relação professor e aluno, tema muito debatido em nossos dias por especialistas, professores e alunos graduandos de licenciatura! Também destaco a ênfase que é dada ao se mostrar o ambiente escolar e suas precariedades e principalmente as muitas diferenças culturais, sociais, etc que o professor se depara ao entrar em uma sala de aula. Há outros temas que podem ser abordados, por exemplo: comportamento social, respeito a si e ao outro, persistência na busca do objetivo, responsabilidade, amizade, dentre outros.
INDICADO
domingo, 11 de setembro de 2011
Cine Penso
Sinopse
São Paulo. 22 milhões de habitantes. 200 quilômetros de engarrafamentos. 300 mil motoboys. No coração da cidade em transe, quatro irmãos tentam se reinventar. Reginaldo - o mais novo e único negro na família - procura seu pai obsessivamente; Dario sonha com uma carreira de jogador de futebol, mas, aos dezoito anos, se vê cada vez mais distante dela; Dinho se refugia na religião e o mais velho, Dênis, pai involuntário de um menino, tem dificuldade em se manter. Sua mãe, Cleuza, empregada doméstica que criou sozinha os quatro filhos, está grávida novamente de mais um pai desconhecido. O futebol e as transformações religiosas pelas quais passa o Brasil, o exército de reserva de trabalhadores que alimenta a cidade, a questão da identidade e da ausência do pai estão no coração da história de “Linha de Passe”.
Fonte:
http://cinemaemcena.com.br/FICHA_FILME.aspx?id_filme=5035&aba=detalhes acesso em 10/03/2011
Comentário
O filme Linha de Passe gerou vários questionamentos, entre eles ressaltarei a questão da coletividade, da existência e da questão das personagens estarem na “linha de passe”em todas as principais cenas.
No que se refere a coletividade, começarei pelo início, quando Dario, que sonha em ser um jogador de futebol, participa de testes onde é cobrado o tempo todo a passar a bola e deixar de ser “fominha”, ali inicia-se o confroto. Senso de equipe, trabalhar em grupo, saber conviver com o outro, lições importantes, bem sei, e aí, entra a questão da existência, como as personagens lutam para continuar nos trilhos, no caminho da moral e até o mais sonhador e ainda sem tamanhas responsabilidades era Reginaldo, mesmo assim ele já sentia as dores de se viver em uma sociedade desigual.
Todo o filme gira em torno de tensões, todos se encontram no centro, na “linha de passe”, e a qualquer momento tudo pode acontecer. Assim também é a vida, um dia estou no alto da roda e de repente por baixo estou, lutando pra fazer girar novamnete a roda da vida.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Noites Sem Fim
Noites sem fim
E as poesias, soltas por aí,
Bocas de vinho
Eu sozinho...
Não peço desculpas
Sou um homem a La Rimbaud
Sem regras, as vontades
Do rio fiz sonhar.
Me perco sempre nas ruas tortas
Procurando, contando,
As estrelas que ainda estão lá.
Sentado na janela
Vigiava a moça na calçada
E o vento rodopiava
Sussurrava delírios
em nossos ouvidos.
Apaixonado, sou capaz de
Desafiar os maiorais
Esquecer o que se foi
Planejar nossas noites
Sem fim.
Indagação
Para que serve a FILOSOFIA como licenciatura na camada popular?
- Como algo Descartável
- Útil = tapar buracos
- Prática = realmente necessário
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pibid/ Licenciatura em Filosofia - UFSJ
A Filosofia vem contribuir com sua prática e conteúdos específicos para o trabalho de formação dos alunos da escola média, já realizado por outras áreas do saber, e aí se inclui como co-responsável pela formação do pensamento crítico, cidadão e autônomo. Acresce a esta tarefa o trabalho próprio do saber filosófico, que é o de lidar de maneira mais reflexiva e englobante com temas e problemas que fazem parte da vida humana, das relações do homem com a realidade e com outros saberes. No caso da Filosofia, sua especificidade exige um tratamento mais apropriado e não uma simples transposição de metodologias de outras áreas de conhecimento. Nesse sentido, dialogar com a realidade e experiência do aluno, como uma forma de aproximação e sensibilização, ajuda a concretizar em sala de aula o diálogo com a tradição filosófica, possível pela investigação de problemas, conceitos e argumentações em textos dos filósofos. Entretanto, não basta partir das vivências, é necessário pensar o vivido. Antes de fornecer conceitos como simples transmissão do saber é preciso dar a oportunidade ao estudante de construí-los, de fundamentar o saber sobre determinada questão a partir de suas experiências culturais, históricas e sociais. A construção do conhecimento exige uma postura investigativa. É preciso que o jovem dialogue e investigue a partir de contextos considerados significativos.
O que almejamos enquanto professores de Filosofia é promover em sala de aula uma experiência de pensamento, conjugando problemas, conceitos e desenvolvimento de habilidades reflexivas. Trata-se de pensar o trabalho em sala de aula sob a ótica pedagógica e mesmo didática, selecionando as práticas que, de fato, podem promover a aprendizagem, tornando o ensino de Filosofia adequado e factível.
O que se pretende, hoje, com a Filosofia na sala de aula do Ensino Médio, não é fornecer mera informação conteudista, mas abrir espaço para o exercício do pensamento, ou seja, para a construção do pensamento com os alunos ao explicitar as questões, analisar os discursos e elaborar conceitos. O curso de Filosofia da UFSJ considera em seu trabalho pedagógico as sugestões de conteúdo e habilidades propostas pelo CBC de Filosofia/Caderno Básico de Conteúdo da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais. Além da legislação pertinente, o aporte teórico utilizado considera de maneira especial as publicações de GALLO, Sílvio; KOHAN, Walter e LORIERI, Marcos.
Apesar dos avanços obtidos com a discussão sobre o ensino de Filosofia no nível Médio, ainda há muito a se considerar na construção de características identificadoras de uma boa aula de Filosofia. Este é o nosso desafio enquanto integrantes do PIBID/FILOSOFIA.
Entrem em nossa página: http://www.pibid.ufsj.edu.br/ver_projeto.php?secao=ver_conteudo&id_conteudo=149&id_projeto=14
O que almejamos enquanto professores de Filosofia é promover em sala de aula uma experiência de pensamento, conjugando problemas, conceitos e desenvolvimento de habilidades reflexivas. Trata-se de pensar o trabalho em sala de aula sob a ótica pedagógica e mesmo didática, selecionando as práticas que, de fato, podem promover a aprendizagem, tornando o ensino de Filosofia adequado e factível.
O que se pretende, hoje, com a Filosofia na sala de aula do Ensino Médio, não é fornecer mera informação conteudista, mas abrir espaço para o exercício do pensamento, ou seja, para a construção do pensamento com os alunos ao explicitar as questões, analisar os discursos e elaborar conceitos. O curso de Filosofia da UFSJ considera em seu trabalho pedagógico as sugestões de conteúdo e habilidades propostas pelo CBC de Filosofia/Caderno Básico de Conteúdo da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais. Além da legislação pertinente, o aporte teórico utilizado considera de maneira especial as publicações de GALLO, Sílvio; KOHAN, Walter e LORIERI, Marcos.
Apesar dos avanços obtidos com a discussão sobre o ensino de Filosofia no nível Médio, ainda há muito a se considerar na construção de características identificadoras de uma boa aula de Filosofia. Este é o nosso desafio enquanto integrantes do PIBID/FILOSOFIA.
Entrem em nossa página: http://www.pibid.ufsj.edu.br/ver_projeto.php?secao=ver_conteudo&id_conteudo=149&id_projeto=14
Pibid História da UFSJ, convida:
PALESTRAS:
DIA 03 de maio: “Sociedade e Cultura em São João del - Rei (séculos XVIII e XIX)”.
Profª. Drª. Sílvia Brügger (UFSJ) – Sala da peteca (14h30)
DIA 10 de maio: “Fontes e dimensões da História Local: São João del- Rei no século XIX”.
Prof.Dr. Afonso de Alencastro (UFSJ) – Sala da peteca (14h30)
DIA 03 de maio: “Sociedade e Cultura em São João del - Rei (séculos XVIII e XIX)”.
Profª. Drª. Sílvia Brügger (UFSJ) – Sala da peteca (14h30)
DIA 10 de maio: “Fontes e dimensões da História Local: São João del- Rei no século XIX”.
Prof.Dr. Afonso de Alencastro (UFSJ) – Sala da peteca (14h30)
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